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Cabeça criativa


26 Out 2016

Por Site Administradores

O mundo corporativo finalmente despertou para a inovação.

E quem tocou o despertador foi o consumidor. Ele não quer consumir, quer experimentar, não quer descartar, quer reciclar, não quer apenas opinar, quer co-criar... E adequar as organizações para essa nova realidade é preciso muita criatividade e jogo de cintura.

As pessoas por trás das organizações precisam cada vez mais usar a intuição e a emoção para nortear e desenvolver novos processos, serviços ou produtos.

Para líderes mais ortodoxos, essas soluções abstratas podem ser vistas com um pesadelo, mas para líderes mais ousados, esse sexto sentido é visto como uma mina de ouro, ou no mínimo algo para se aprofundar.

Diversas organizações, desde a guerra fria, tem criado células de trabalho multidisciplinares focadas em projetos específicos, tornando o ambiente de trabalho dos envolvidos um local único, mais extrovertido, dinâmico e focado.

Cases de sucesso como os da Nasa, Apple, Facebook, SalesForce, Google, Tesla, Under Armor, Amazon, Netflix, Rakuten, Baidu, Cielo, Autodesk, Nu Bank forçam essa tendência de recrutamento de profissionais diferentes do standard executive style.

Essa formatação de organizações com pessoas de perfis distintos e multidisciplinares tem mostrado resultados bem interessantes, como projetos mais ousados e inusitados, colaboradores mais engajados, mais produtivos, e com um índice de felicidade maior do que de profissionais de 20 anos atrás.

Mas a consolidação desse fenômeno veio mesmo foi com a aprovação dos consumidores, que se seduziram através das histórias bem contadas, que os setores de marketing criaram, onde os processos de pesquisa e desenvolvimento dos produtos/serviços foram bem narrados e os pesquisadores e criativos mais valorizados.

Gerando assim uma nova era, a do consumo de bens/serviços criativos, ou somente “economia criativa”.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/cabeca-criativa/99284/

Assuntos relacionados: modelo de negócio criatividade consumidor