Finanças

Localizamos e reunimos questões que podem esclarecer dúvidas comuns relacionadas ao universo das finanças. Se a sua dúvida não estiver listada abaixo, envie um e-mail para canaldoempresario@desenvolvesp.com.br

Fontes: Finanças Práticas

 

Sim. O fiador de dívida não paga poderá ter seu nome incluído no Serasa, se for devidamente cobrado pelo credor e também não pagar a dívida.

A empresa deverá buscar o equilíbrio entre o preço de mercado e o valor calculado em função dos seus custos e despesas. O preço de venda para a empresa é o valor que cobre o custo direto da mercadoria/produto/serviço, somadas as despesas variáveis e fixas proporcionais. Além disso, deve gerar um lucro líquido. Caso o preço de venda do mercado seja inferior ao seu preço de venda, a empresa precisa procurar diminuir os seus custos diretos, e/ou as suas despesas fixas ou aceitar um lucro líquido menor.

Para ter sucesso, toda pequena empresa precisa ter os pés no chão, e para nós gestores, pé no chão é sinônimo de planejamento, mensuração, pesquisa, controle etc. Porém, achamos que ele ainda está longe de ser esgotado, por isso, este artigo vai trazer algumas dicas adicionais para um melhor aproveitamento e desenvolvimento do seu plano de negócio. Confira! Clareza: Você precisa ter clareza em todos os aspectos do seu plano de negócios, desde o objetivo de sua empresa até a linguagem utilizada para desenvolvê-lo. Lembre-se que você, provavelmente, não será o único a utilizar as informações constantes no seu plano de negócios. Clareza é tudo! Qual o motivo da escolha deste negócio: Você possui paixão pela área em que atua? Possui experiência nela? Qual motivo o fez escolhê-la? Existe realmente uma boa oportunidade a ser aproveitada? Todas estas informações devem estar presentes no seu plano de negócios. Saiba onde quer chegar: Escolha um objetivo para sua empresa atingir daqui a 5 anos e os transforme em objetivos menores que, no fim, irão convergir para objetivo maior. Faça seu planejamento baseado nisto: o caminho traçado tem que te levar a algum lugar. Pesquise tudo: Faça uma pesquisa completa com relação a custos e informações necessárias para manter sua empresa, desde custos de mão de obra, passando por fornecedores, mercado, distribuição, publicidade, politica, etc. Quanto mais informações você tiver sobre o seu negócio, melhor será o desenvolvimento do seu Plano de Negócios. Compartilhe seu plano de negócios: Mostre seu plano de negócios para pessoas de confiança e peça opiniões, muitas vezes deixamos detalhes importantes passarem por simples falta de atenção. Faça Benchmarking: Conheça, no seu mercado de atuação, outros modelos de negócios e praticas que possam ser utilizadas como inspiração, procure ajuda sempre que necessário. A gestão é algo que muda constantemente e, por isso, te obriga a melhorar sempre. Escreva o plano de negócios sozinho: É interessante a ideia de contratar alguém para escrevê-lo por você, porém, nem sempre isto é indicado. Quando o próprio empreendedor cria o plano de negócios de sua empresa, é possível que ele conheça melhor o seu negócio, além de poder aprender um pouco mais sobre muitas ferramentas que vão auxiliá-lo na gestão da empresa. Mantenha os pés no chão: Seu plano de negócios tem que ser viável. Caso perceba que ele está fugindo deste objetivo, ligue a luz de alerta! Talvez seja a hora de repensar todo o negócio. Reconhecer os erros e consertá-los rapidamente é uma virtude que poucos empreendedores possuem. Estas foram algumas dicas que irão auxiliá-lo na hora de criar um plano de negócios viável para sua empresa. É preciso que o gestor analise friamente as informações sobre sua empresa para que possa organizá-las de forma correta no Plano. Tenha atenção e dedicação, faça o melhor que puder, afinal, um Plano de Negócios viável e bem pensado pode abrir muitas portas para sua empresa.

Diariamente, do momento em que acordamos até a hora em que vamos dormir, assumimos despesas que, na maioria das vezes, não percebemos. A cada produto consumido ou serviço utilizado e até mesmo, e principalmente, na atividade produtiva que realizamos, temos embutido em preços e nos rendimentos, impostos, contribuições e taxas. Apesar dessa convivência diária com a chamada carga tributária, a maioria de nós, contribuintes (pessoas físicas ou jurídicas que têm de pagar tributos), desconhece o que significam cada um de seus componentes e a diferença entre eles. Há até o costume de se generalizar, nomeando tudo simplesmente como imposto, quando, na verdade, o imposto é apenas um dos três tipos de tributos existentes. Conceitos E qual o conceito de tributo? É uma obrigação que os contribuintes, ou seja, pessoas físicas (consumidores, trabalhadores) ou jurídicas (empresas, empregadores) devem pagar ao Estado, representado pela União (nível federal), pelos estados ou pelos municípios. Basicamente, existem os tributos diretos, que incidem sobre a renda e o patrimônio, e os tributos indiretos, que incidem sobre o consumo. Na primeira categoria, estão o Imposto de Renda (IR), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), a contribuição à Previdência, entre outros. Na segunda, estão o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), cobrado em quase todos os produtos comercializados, e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que integra os custos das indústrias, por exemplo. Modalidades Veja, agora, a definição das três modalidades de tributos, que podem se enquadrar como diretos ou como indiretos: •Imposto: pagamento realizado pelo contribuinte para custear a máquina pública, isto é, gerar compor o orçamento do Estado. Na teoria, os recursos arrecadados pelo Estado por meio dos impostos deveriam ser revertidos para o bem comum, para investimentos e custeio de bens públicos, como saúde, educação ou segurança pública. No entanto, na prática, como o imposto não está vinculado ao destino das verbas, ao contrário de taxas e contribuições, pagá-lo não dá garantia de retorno. No caso do imposto sobre propriedade de veículos, o IPVA, por exemplo, o pagamento não implica que o dinheiro será efetivamente revertido para melhoria das rodovias. •Taxa: é a cobrança que a administração faz em troca de algum serviço público. Neste caso, há um destino certo para a aplicação do dinheiro. Diferentemente do imposto, a taxa não possui uma base de cálculo e seu valor depende do serviço prestado. Como exemplos, estão a taxa de iluminação pública e de limpeza pública, instituídas pelos municípios. •Contribuição: pode ser especial ou de melhoria. A primeira possui uma destinação específica para um determinado grupo ou atividade, como a do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). A segunda se refere a algum projeto/obra de melhoria que pode resultar em algum benefício ao cidadão. Além desses tributos, previstos no Código Tributário Brasileiro, existe o empréstimo compulsório, que foi acrescentado pelo Supremo Tribunal Federal. Essa modalidade é uma espécie de tomada de dinheiro, a título de empréstimo, que o Governo faz em determinadas situações de emergência, para futuramente restituí-lo ao cidadão. Somente a União pode determiná-lo.

1° passo: calcule sua renda O orçamento pode ser dividido, basicamente, em quatro passos. Confira: A maioria das pessoas começa o seu orçamento do lado errado: pelas despesas, quando o ponto de partida deveria ser as receitas. Pense a respeito: você deve gastar de acordo com o dinheiro que tem disponível, certo? Pode-se dizer, então, que as receitas (quanto você ganha) definem o seu poder de consumo. Seus gastos devem se adaptar a essa realidade. E o que entra nessas receitas? Inclua aqui o seu salário, rendimento com aplicações financeiras, ou aluguel. Observe seu holerite ou sua retirada mensal fixa: Você entende bem o recebimento do seu salário? Se a sua remuneração hoje é de R$ 2 mil, isso não significa que esse dinheiro estará efetivamente na sua conta bancária todo mês. Já parou para analisar os descontos? Lembre-se: o valor que lhe interessa, no orçamento, é o salário líquido. Faça um teste. Respondendo às questões abaixo, você conseguirá saber o quanto conhece da sua própria receita! •qual é o seu salário bruto (antes da incidência dos impostos e das contribuições)? •quais os descontos que aparecem no seu holerite? •que período de pagamento o seu contracheque cobre? •quanto, do seu salário bruto, você deduz para pagamento de um plano de aposentadoria? •qual o valor atual do seu salário líquido? •quanto você estima receber (em salários) anualmente? Um lembrete: só coloque na "lista" o que efetivamente você receber: uma estimativa de bonificação ou a possibilidade de receber comissão por um serviço não deve ser considerada. Afinal, ela pode não vir e contar com o dinheiro antes da hora pode ser um problema! Da mesma forma, limites do seu cheque especial e do cartão de crédito não entram na definição da sua receita mensal. Lembre-se: o crédito deve ser utilizado de forma consciente. 2° passo: analise os seus gastos Agora é hora de listar todas as suas despesas. Primeiro, você deve relacionar as fixas, ou seja, aquelas que não costumam variar (aluguéis, salários de empregados domésticos, encargos sociais e trabalhistas etc.). Ainda nas despesas, reflita muito bem sobre os gastos semi-variáveis (alimentação, conta de luz, água, telefone etc.) e os variáveis (roupas, calçados, presentes, viagens, cinema, tarifa bancária etc.). Procure analisar muito bem os gastos invisíveis: são pequenas despesas do dia-a-dia que levam o dinheiro da família sem que ninguém perceba: o lanche da escola do seu filho, o cafezinho antes do trabalho, as revistas que vocês compram e pouco lêem são alguns exemplos. Faça uma experiência para começar: aproveite o próximo mês para juntar todos os recibos que receber e, caso identifique algum outro item que merece atenção, inclua-o no seu orçamento. Tabela disponível no link. (Caso você não esteja pagando o saldo total de seus cartões de crédito todo mês, não deixe de acompanhar quanto o banco está cobrando de você, bem como quanto você pagará e quanto de juros será adicionado aos saldos ao quitar suas contas). 3° passo: calcule a diferença Depois de ter criado seu orçamento, você precisa guardar os dados de sua renda e despesas reais. Essas informações o ajudam a entender quaisquer diferenças entre o valor que você orçou (Orçamento) e o que você gastou realmente (Despesa Real) no mês ou período. Pode-se dizer que essa é a hora da verdade! Compare o quanto recebe com aquilo que gasta. Qual é a sua situação? 4º passo: acompanhamento, cortes e metas Caso esteja gastando menos ou em linha com o que ganha, vale a pena refletir sobre a qualidade destes gastos. Se estiver com o orçamento equilibrado, mas não estiver poupando, procure cortar gastos, de forma a investir ao menos 10% daquilo que recebe. Tenha como meta montar uma reserva de emergência equivalente a ao menos seis meses de suas despesas correntes. Se você está gastando mais do que recebe, não há alternativa, a não ser cortar gastos. Converse com sua a família, todos devem estar envolvidos nesse esforço. Mesmo que seja o responsável financeiro pela família, não é o único a gastar, de forma que todos devem estar envolvidos neste objetivo.

Você ficará surpreso com quanto dinheiro poderá economizar com um pouco de planejamento. Se seu orçamento for realista e se você o usar para orientar suas despesas, estará prevenido para emergências financeiras e outros gastos inesperados. Você também estará melhor preparado para um futuro financeiro seguro. Você sabe, exatamente, para onde está indo o seu dinheiro? Então, é hora de definir como pretende administrar a quantia que recebe todos os meses e assumir o controle da situação. Regra básica: renda é ponto de partida Se você não está satisfeito com essa regra básica do planejamento, pois acha que a sua renda é pequena demais para atender às suas necessidades, reflita sobre a situação. Caso esteja convencido de que não há possibilidade de cortar despesas, você só tem duas alternativas: rever seu padrão de vida ou procurar fontes alternativas de renda. Tenha uma meta para despesas correntes: Na ânsia de cortar gastos, nunca deixe de alocar parte da sua renda para o lazer. Você deve reduzir as despesas para esse fim, mas não suprimi-las por completo. Afinal, de nada adianta poupar pensando no futuro, se para isso você é forçado a esquecer do presente. Uma das metas do planejamento deve ser aproveitar bem sua vida, porém com criativa e sem massacrar seu orçamento por isso! Procure estimar o quanto da sua renda está comprometido com despesas correntes essenciais, como, por exemplo: necessidade básica de comida e roupas, faculdade, despesas de moradia, prestação do carro, pagamento do seguro e lazer. Reflita sobre o padrão de vida que a sua renda pode lhe assegurar, e corte gastos que não reflitam esse padrão. O ideal é que as despesas acima não superem 70% da sua renda líquida anual, ou seja, da sua renda depois de descontados impostos e taxas que você tem que pagar para investir o seu dinheiro. Três objetivos financeiros: Quando se fala em planejamento financeiro, há três objetivos em mente: acumular uma reserva de emergência, poupar no longo prazo para realizar sonhos de consumo e acumular um pé de meia para a aposentadoria. Ao estipular que as suas despesas correntes não irão superar 70% da sua renda, você pode destinar os 30% restantes para esses objetivos acima. Você pode começar destinando uma parcela equivalente, de 10%, para os três. Mas, à medida que alcançar algum deles, pode direcionar uma parcela maior para os dois outros. Para quem está em dúvida entre a poupança de longo prazo e o pé de meia para a aposentadoria, nunca é demais lembrar que, nos gastos correntes, não incluímos a realização de sonhos comuns a todos nós, como a troca de carro, compra de uma casa etc. Essa segunda parte da sua poupança, portanto, deve garantir a realização desses objetivos no decorrer da sua vida. Lembre-se, nunca é cedo demais para pensar no seu futuro! Portanto, a terceira meta, ou seja, a parcela destinada à aposentadoria, é aquela que irá lhe dar tranqüilidade na velhice. E nesse quesito, quanto antes você começar a poupar, melhor!

A sua empresa já adotou as mídias sociais? Caso contrário, está pensando em fazê-lo? Sabe quais são os benefícios e os riscos em adotá-las? Estando ou não nas mídias sociais você deve se preparar para participar dela, mas não sem antes estudar cuidadosamente como fazê-lo. Tem muitos gerentes e empresários achando que basta abrir uma conta, por exemplo, no Facebook, reunir um grupo de pessoas e começar a mandar informações de seus produtos e convites para comparecer a loja que "as vendas vão bombar". Ledo engano, primeiro porque as mídias socias são canais de comunicação e não de vendas. Apesar de servirem para comercializar produtos e serviços, elas não são como, por exemplo, o classificado de jornal onde as pessoas buscam opções de compras. Ao contrário disso, a última coisa que quem frequenta comunidades nas mídias sociais deseja é ser importunado com constantes abordagens de marketing e vendas. Neste contexto, esta semana que passou acompanhei na mídia aqui dos Estados Unidos, de onde escrevo este artigo, uma entrevista do proprietário da concessionária de carros Millevoi Auto & Bros, do Norte da Philadelphia. Durante a entrevista, ele se queixou alegando que o Facebook não traz resultados de vendas. Revelou que assim que viu que as mídias sociais reuniam em torno de 750 milhões de pessoas, percebeu a oportunidade de aumentar as vendas de carros utilizando uma conta que abriu no Facebook e que já reunia 415 pessoas entre familiares e amigos. Segundo Millevoi a sua concessionária havia vendido em 2010, em torno de 500 carros, e apenas um através de posts no Facebook e de uma página criada especialmente para mostrar as fotos dos carros, informações sobre opcionais e as promoções. O que o Millevoi se esqueceu, é de que as pessoas que fazem parte das mídias sociais desejam mesmo é criar novos relacionamentos e mantê-los - o que provavelmente ele não se preocupou em fazer. Naturalmente, não significa dizer que não se pode tentar, vez por outra, "vender o seu peixe" nas redes sociais. No entanto, qualquer resultado comercial obtido deve ser fruto de bom relacionamento e não puramente de ações publicitárias. A situação não me parece muito diferente da que ocorreu com o surgimento da internet. Na década de noventa, muita gente pensava que ela seria a solução para a falta de vendas e que criar um website, resolveria todos os problemas de ineficiência comercial da organização. O resultado foi que não demorou muito para os que se achavam mais espertos botar a barba de molho, arregaçar as mangas e começarem a trabalhar os clientes como manda os bons mandamentos do marketing e vendas. Que ninguém se iluda, achando que há soluções fáceis para alcançar o sucesso em vendas. Pois, todos nós sabemos que a excelência comercial da organização não depende apenas do talento de seus colaboradores em encontrar novos caminhos, mas sobretudo de muito trabalho sério, inteligente e direcionado. Neste contexto, as mídias sócias poderão ajudar a qualquer organização que esteja mais preocupada em informar e se relacionar bem do que em apenas vender os seus produtos e serviços.

Para calcular a previsão de vendas de mercadorias/produtos/serviços que a empresa terá, seguem as alternativas: - Com base nas informações internas, analisar o comportamento das vendas realizadas no último período, por exemplo, um ano, e projetá-la para um novo período. Devem ser considerados alguns aspectos que poderão influenciar essa projeção, como concorrentes, novos produtos, novos hábitos dos consumidores e eventos especiais, tais como festas, olimpíadas, eleições, etc. - Através de pesquisas de mercado, realizar um estudo da demanda de mercadorias/produtos/serviços que poderia ser atendida pela empresa. Além das variáveis externas, tais como população, atividade econômica, situação política, nível de renda e emprego, concorrência, novos produtos, etc., que devem ser consideradas.

A CLT - Consolidação das Leis Trabalhista, prevê a duração do período de férias nos artigos abaixo transcritos: Art. 129 - Todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração. Art. 130 - Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção: I - 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco) vezes; II - 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze) faltas; III - 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas; IV - 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas. § 1º - É vedado descontar, do período de férias, as faltas do empregado ao serviço. § 2º - O período das férias será computado, para todos os efeitos, como tempo de serviço. Art. 134 - As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos 12 (doze) meses subseqüentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito. § 1º - Somente em casos excepcionais serão as férias concedidas em 2 (dois) períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 (dez) dias corridos. § 2º - Aos menores de 18 (dezoito) anos e aos maiores de 50 (cinqüenta) anos de idade, as férias serão sempre concedidas de uma só vez. Art. 135 - A concessão das férias será participada, por escrito, ao empregado, com antecedência de, no mínimo, 30 (trinta) dias. Dessa participação o interessado dará recibo. § 1º - O empregado não poderá entrar no gozo das férias sem que apresente ao empregador sua Carteira de Trabalho e Previdência Social, para que nela seja anotada a respectiva concessão. § 2º - A concessão das férias será, igualmente, anotada no livro ou nas fichas de registro dos empregados. Art. 136 - A época da concessão das férias será a que melhor consulte os interesses do empregador. § 1º - Os membros de uma família, que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa, terão direito a gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem e se disto não resultar prejuízo para o serviço. § 2º - O empregado estudante, menor de 18 (dezoito) anos, terá direito a fazer coincidir suas férias com as férias escolares.

No caso de factoring, a duplicata é "comprada" pela empresa de factoring. Caso o sacado (devedor) não pague a duplicata no seu vencimento, ela não poderá ser cobrada da empresa que a emitiu. No caso de desconto de duplicata através de um banco, caso o sacado (devedor) não a pague no vencimento, ela é cobrada da empresa emitente da duplicata.

A melhor opção é aquela que apresenta a melhor vantagem financeira para a empresa. O financiamento é o custo financeiro (juros) e o leasing é o custo da locação (arrendamento). Se a empresa paga imposto de renda pelo lucro real, deve-se considerar o benefício com o imposto de renda a pagar, pois no financiamento a empresa pode deduzir como despesa o valor dos juros e da depreciação. No caso de leasing pode deduzir o valor da prestação dele. Uma das vantagens do leasing é a liberação do capital de giro para as operações da empresa, uma vez que ela não está adquirindo como ativo o bem arrendado.